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 Bananas Mágicas/Ilha Sagrada!

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Eusine48
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MensagemAssunto: Bananas Mágicas/Ilha Sagrada!   Ter 24 Maio - 13:46

YEAH! YEAH!!!

Eu acabo de abrir aqui um espaço pra perguntas! YEAH!!!

E pra fillers tbm!

Se alguem tiver duvidas sobre as minhas 2 fics, pergunte a vontade!

Talvez eu responda fazendo uma historinha... Talvez... The Evil Smile

« siggy »

É isso que o Eusine pensa de mim.


Última edição por Eusine48 em Seg 16 Jan - 4:54, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Bananas Mágicas/Ilha Sagrada!   Qua 25 Maio - 18:35

e...o que aconteceu com as mulheres da ilha da Jane?
Mudou algo?

« siggy »
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Eusine48
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MensagemAssunto: Re: Bananas Mágicas/Ilha Sagrada!   Qui 26 Maio - 14:06

arrout escreveu:
e...o que aconteceu com as mulheres da ilha da Jane?
Mudou algo?

Finalmente alguma pergunta! YEAH!!!

Bem... Não! f6

Jane ficou na Ilha de Lhandor, ja que era o sonho dela sair da ilha em que viveu sempre...

A ilha onde ela morava continua a mesma... Provavelmente, a mãe dele deve estar levemente preoculpada...

« siggy »

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MensagemAssunto: Re: Bananas Mágicas/Ilha Sagrada!   Qui 18 Ago - 0:50

Hm...

Só agora que estava re-lendo sua fic que percebi isso...

Como o Sorow conseguiu aqueles cubos estranhos que capturam monstros/criaturas/animais? f6
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Eusine48
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MensagemAssunto: Re: Bananas Mágicas/Ilha Sagrada!   Qui 18 Ago - 19:30

f6

Quem diria, alguem comentou aqui! YEAH!!!

Bem... Eles estavam junto das coisas que Sorow pegou do pai dele. Notou também que ele tem aquela armadura? Você não perguntou pq ele tem ela f6

E vc notou que algumas vezes foi citado que ele tinha pergaminhos e objetos secretos? Bom, acho que quando ele saiu de casa por causa da sua Banana Mágica ele não queria deixar essas coisas importantes de sua família em casa.

Agora, por que será que o pai dele tinha os cubos? Que mistério... The Evil Smile

« siggy »

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MensagemAssunto: Re: Bananas Mágicas/Ilha Sagrada!   Sex 19 Ago - 21:11

O que era aquele monstro que atacou o Sorow e o Philip?

Ele disse que ia voltar pra devorar o Sorow...

Como você responde isso?

Espero que seja com 1 historinha...
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Eusine48
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MensagemAssunto: Re: Bananas Mágicas/Ilha Sagrada!   Sab 20 Ago - 6:41

Forasteiro Solitario escreveu:
O que era aquele monstro que atacou o Sorow e o Philip?

Ele disse que ia voltar pra devorar o Sorow...

Como você responde isso?

Espero que seja com 1 historinha...

Ah sim! O monstro...

Você acertou! f2

Eu vou realmente explicar com uma historinha! YEAH!!!

Mas não uma historinha rápida por aqui! Essa explicação vai ter de esperar pela 3° saga da história, ok? ;D

« siggy »

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MensagemAssunto: Re: Bananas Mágicas/Ilha Sagrada!   Sab 20 Ago - 18:00

Ah
Outra coisa...
a origem dos generais dos generais do mago negro,qual é?
Ou você só vai explicar na próxima saga?

« siggy »
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Eusine48
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MensagemAssunto: Re: Bananas Mágicas/Ilha Sagrada!   Ter 23 Ago - 16:22

f2

Que bom que perguntou! Agora posso finalmente responder com uma história! YEAH!!!

Eu sinto que vcs estavam esperando alguma coisa aqui! ;D

Não é bem um episódio ou um Filler, mas ainda assim gostaria de comentários... Oooooooopa...

Enfim... Troço time! YEAH!!!

-----------------------------------------------------------------------------------------------
Antes de mais nada, a história do Mago Negro em si. Por que ele estava em busca daquelas riquesas, de onde vieram os seus poderes e como conheceu os Generais? Descubram isso agora!

Dakryu

Uma sociedade secreta. Um grupo misterioso. Uma religião negra. Ninguém sabia exatamente o que era, e qual o objetivo. Por que estava ali? Para que ela existia? Alguns diziam que nem mesmo os que moravam no local sabiam. Essas pessoas estavam certas.

Anos atrás, lá existia um jovem chamado Dakryu. Ele nasceu no local, mas viveu sem saber quem eram os pais. Viveu a vida inteira no local, então não sabia como eram outros modos de vida, como era a vida lá fora... Ou melhor, ele não sabia se tinha vida lá fora.

O jovem viveu apreciando o estilo de vida do local, e principalmente os chefes do local. Eles tinham mais direitos do que qualquer um, mais respeito e até mesmo mais poder.

Poder. Outra coisa misteriosa. De onde vinha o poder deles? Por que alguns tem mais do que os outros? E para que ele servia? Disseram que poucos tinham o poder, mas como ele nunca saia do local ele nunca acreditou.

O jovem aspirava o poder dos mestres do local. E ele sabia que tinha muito poder, muito mais do que os seus colegas. Ele sentia que poderia chegar a ser tão bom quanto os mestres.

Um dia ele decidiu ir até o local onde eles ficavam. O mesmo dia em que se tornou adulto. Apenas um deles estava lá. Dakryu foi até ele e disse sua dedicação, dizendo que achava que poderia chegar a ser um deles, e pediu uma chance.

O homem riu de sua cara e disse que o que ele queria era impossível. Disse que ele era insolente, exibido de seus poderes e que não chegaria ao nível deles nunca.

Ele ficou extremamente irritado com ele, e travou uma luta com o mestre. Com ódio extremo, ele o matou. Na hora do assassinato, os outros mestres viram o que ele fez. Ele estava furioso, e queria matar todos, mas sabia que não conseguiria. Eles o trancaram em uma prisão, dizendo que iriam o matar na frente de todos.

Esse foi o grande erro deles. Dakryu não só escapou, como matou o Mestre que estava de guarda. Foi até cada um e matou um de cada vez. Depois, fugiu. Jurou que não só ficaria mais forte, mas que seria o mais forte e rico do mundo.

Joe e Cloe

Logo após a fuga, e vagando por semanas sem rumo, finalmente chegou a uma estrada. Com algumas informações, descobriu que ela levava para a Capital, seja lá o que fosse. Decidiu seguir por esse caminho.

Até que ele foi assaltado. Por 2 garotos gêmeos de 16 anos que tinham fugido de casa. Usavam facas e pediram dinheiro. Como ele não tinha, eles atacaram. Dakryu os derrotou com facilidade, mas eles imploraram por seu perdão, e ele aceitou.

Então, ele decidiu que eles poderiam trabalhar para ele, e que teriam mais dinheiro do que jamais conseguiriam como assaltantes.

Fhenton

Dakryu conheceu Fhenton graças a Joe e Cloe. O ninja morava na Capital, em uma rua suspeita. Pelo que os garotos disseram, ele matava qualquer um, pelo dinheiro certo, e conseguia entrar em qualquer local sem ser notado.

Dakryu então pediu para que ele fosse assaltar uma casa nobre na cidade e trouxesse os bens que tivessem lá, dizendo que o pagamento não seria problema para ele.

Fhenton trouxe tudo que ele pediu. Entregou para Dakryu, que pegou boa parte do dinheiro e guardou. Deu alguns objetos de ouro para Joe e Cloe não se sentirem traídos.

Depois, pegou o resto do ouro e deu a Fhenton. Então, ele disse que ganharia mais dinheiro se ele se juntasse ao grupo e o ajudasse. E ele aceitou.

Karin

Por alguns meses, Dakryu e seus “parceiros” andaram por varias cidades, como bandidos sem um rumo decidido. E foi assim até chegar na cidade de Colossus.

A cidade era conhecida pelos torneios de luta que aconteciam. Não eram torneios comuns, mas sim torneios no estilo antigo dos Gladiadores romanos. O lutador representante de uma pessoa ou grupo ficava no Coliseu e lutava com quantos homens podia, até ser derrotado.

Eles decidiram ir ao Coliseu, e tiveram uma surpresa ao ver uma garota! Ela era incrivelmente boa, e quase nem suava ao lutar contra os oponentes. O seu chefe se gabava da lutadora, e o preço por derrotá-la era incrivelmente alto.

Dakryu não perderia essa chance. Ele mesmo entrou no Coliseu e derrotou a garota.

Eles deveriam ter ido embora depois de receber o dinheiro, mas ele decidiu ir falar com a garota. Ela seria de grande ajuda para o grupo.

Foi até a casa do chefe dela. Chegando lá, ouviram gritos dela vindo de dentro da casa. Ele espiou pela janela, e viu ela e seu chefe. Ela estava ajoelhada e acorrentada, enquanto o chefe a chicoteava.

Ele não tinha motivos para salvar a garota, além da chance de ter ela na equipe. Ele arrombou a porta e matou o chefe. Agradecida, Karin se juntou voluntariamente ao grupo. Sem se importar se ganharia dinheiro, ela queria apenas pagar a dívida que tinha com ele.

MS

Dakryu ficava cada dia mais forte, e ele sentia isso. 1 ano já havia se passado desde que ele fugiu, e já havia rodado por todas as principais cidades, e por algumas pequenas também. Afinal, estavam num país pequeno, uma pequena ilha no meio do Oceano.

O grupo descansava em uma cidade portuária do local, quando ouve um ataque de Piratas. Dakryu se interessou muito pela ideia. Viajar por todo o local, explorando lugares ricos e desconhecidos, assaltando cidades...

Sem resistir, ele e seu grupo entraram no navio escondidos logo depois que eles terminaram de roubar a cidade. Dakryu desafiou o Capitão e logo depois o matou em batalha. Assumiu a direção do navio pirata sem reclamações.

Dakryu e seu grupo continuou sua vida próspera de pirataria e aumentando os seus poderes. E isso por cerca de 7 anos. Durante o 2° ano em alto mar, pararam em uma ilha deserta e encontraram uma Mulher Selvagem, que atacou e feriu alguns homens. Dakryu conseguiu se comunicar com ela, e desde então ela não saiu mais de perto dele, como um cão de guarda.

Frods

O maior ataque pirata que o grupo de Dakryu fez foi depois de 5 anos deles no oceano.

Eles atacaram uma cidade capital e um pequeno país. O país era uma ilha tão pequena que a capital dela era a única cidade que cabia. Mas ela tinha bastante riquezas, e um castelo.

Não houve muitos problemas para o grupo, até chegaram no castelo. Havia um guerreiro poderoso, um paladino que era um Segurança particular do Rei da ilha. Ele foi um adversário poderoso, mas Dakryu conseguiu derrotá-lo e matar o Rei.

Com o mestre derrotado, o paladino tinha de admitir que ele era o seu novo mestre, e teria de fazer o que ele mandava. Código dos Paladinos.

Ken

O mais forte do grupo de Dakryu também foi voluntário ao grupo. Logo depois do grupo sair da ilha onde Frods foi derrotado e entrou no grupo, os navios do local acabaram causando estrago no barco e eles tiveram de parar em uma ilha próxima.

Durante o mês que ficaram no local, Ken apareceu. Ele queria ser treinado por aquele poderoso Mago, e derrotou Frods e Karin. Vendo o potencial dele, Dakryu o aceitou como aprendiz.

Gabriel

Agora, o ultimo e mais misterioso membro do grupo dos generais de Dakryu. Por que o garoto é um general dele? Certamente ele tinha talento, por que precisou-se de 2 para derrotá-lo. Mas de onde ele veio, e por que Dakryu o deixou sozinho para guardar o local onde viriam os adversários poderosos? Dakryu não gostava dele?

Resposta para a pergunta anterior: Sim. Dakryu não gostava de Gabriel, o garotinho que era seu general. Mas por que? Simplesmente por que ele não pediu para o garoto entrar no grupo, mas ao mesmo tempo não podia expulsar ou matar ele.

O garoto podia ter potencial, mas não tem nem sequer uma história épica de como ele se juntou ao grupo. Ele simplesmente apareceu numa caixa. O garoto tinha 4 anos e apareceu no 2° ano de viagem pelo oceano. Veio numa caixa normal, numa correspondência.

Era encomendado para ele, e era de uma boa e velha amiga dele, a única que ele tinha quando ainda morava naquele local. A mensagem dizia 2 coisas.

A primeira coisa era que Dakryu deveria cuidar do garoto. Ele aceitou isso seriamente, e fez uma promessa de que faria, em nome da velha amizade que tinha com ela.

A segunda coisa era que ele era seu filho. Seja lá o que significava ser filho e de onde ele veio.

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MensagemAssunto: Re: Bananas Mágicas/Ilha Sagrada!   Ter 23 Ago - 16:35

Hm... Interessante...

A parte do Gabriel foi bem lolster, ele era filho do Darkryu, da amiga dele ou dos 2? E como o Gabriel adquiriu tamanha velocidade?

A reacao do Darkryu por n terem aceitado ele foi... Exagerada...
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MensagemAssunto: Re: Bananas Mágicas/Ilha Sagrada!   Ter 23 Ago - 17:01

f2
òtima explicação
então tudo partiu do ódio de Dakryu...
=o
não sei porque mas isso me lembrou de Death Note (o personagem principla acaba virando vilão por exagerar,assim como Dakryu,ele possívelmente seria bom,mas por um exagero,ele ficou mau)

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Eusine48
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MensagemAssunto: A mãe de Sorow   Seg 16 Jan - 4:53

YEAH!

Tinha esquecido que esse tópico existia! Por isso resolvi fazer um Filler! f2

Por isso e pq tava devendo 3 updates seguidos... f6

Essa coisa aqui ta bem grandinha! É uma ideia que o FS me dou faz tempo! Demoro pra fazer... Espero que gostem! f2

Ah! Talvez queiram ler o “Memories of Sorow”, um episodio especial feito a um tempo atrás, se não lembrarem da equipe que o Sorow faz parte...

-----------------------------------------------------------------------------------------------
A mãe de Sorow

Sorow acordou como sempre acordava desde a volta da ilha de Lhandor, a um ano atrás. Os dias haviam voltado a sua velha e chata rotina de sempre. Passava os dias com sua equipe, fazendo apenas pequenas missões. No inicio, tinha um pouco de tempo livre, mas depois que a sua “namorada” famosa voltou do filme que estava fazendo, não conseguia ficar em paz em nenhum momento, e aquilo o irritava.

Desceu para a cozinha, onde preparou um pequeno café da manhã. Comia e aproveitava o pequeno momento de paz, pois sabia que logo Jessica iria chegar e...

Jessica: Sorow!

...e atrapalhar o café da manhã tranquilo.

Sorow: Olá...

Jessica continuava parada na frente dele.

Sorow: O que foi?

Jessica: Não tem nada a me dizer?

Sorow: Ah, desculpe... Bom dia. Eu preparei café, e tem um resto de...

Jessica: Não é isso! Você não notou nada diferente em mim?

Sorow: Hum... Mudou o cabelo?

Jessica: Não! Isso foi ontem!

Sorow: Hum... Eu não sei.

Jessica: Não sabe?! Como assim não sabe? Olha minha nova saia!

Sorow: É nova?

Jessica: Claro! Você já me viu com uma saia laranja com bolinhas rosas?

Sorow: Sei lá, não consigo lembrar...

Jessica: Humpft! Você nunca nota nada...

Sorow: ...

Jessica: O que foi?

Sorow: Nada... Eu to pensativo...

Jessica: Claro, você sempre está pensativo!

Sorow: Hehe, tem razão...

Jessica: Em que você está pensando?

Sorow: Eu havia esquecido dela...

Jessica: Dela? Quem?

Sorow: Da minha mãe.

Jessica: Sua mãe? Você nunca me falou nada dela...

Sorow: Isso é porque eu não sei nada sobre ela. Desde pequeno, meu pai nunca me falava dela, nem quando eu perguntava. Então, desde criança, não falava mais nela, até que... Eu esqueci. Eu não penso nela desde que tinha 7 anos, acho...

Jessica: E o que fez você lembrar dela?

Sorow: Hoje é aniversário dela...

Jessica: Hum...

Sorow: Já sei! Vou perguntar para alguém sobre ela. Meu pai era de certa forma famoso pelos seus feitos, então não acho que vá ser muito difícil achar alguma informação sobre ela.

De repente, Sorow desejava ter informações sobre ela. Sentia uma sensação ruim por nunca saber quem era sua mãe e, ao mesmo tempo, sentia que ela estava viva, em algum lugar, esperando por ele...

Jessica: Por que o seu pai nunca te contou sobre ela?

Sorow: Ele disse que estava me protegendo. Ele disse que eu iria atrás dela e não iria gostar da resposta...

Jessica: Então não faça isso! Você não precisa fazer isso!

Sorow: Eu preciso fazer. Meu pai nunca imaginaria que eu passaria por todas as coisas que passei esses anos, com Eric e os outros... Ele nunca imaginou que eu seria capaz de fazer essas coisas...

Jessica: Mas...

Sorow: Eu vou fazer isso. Você não entende o que é que eu sinto.

Jessica: Onde você vai?

Sorow: Me encontrar com minha equipe. Quem sabe o Matsu saiba de alguma coisa. Se não, vou atrás do Raikage.

Jessica: Espere! Você vai voltar aqui?

Sorow: Só depois de descobrir tudo que quero. Não sei quanto tempo isso vai demorar.

Jessica: Entendo... Boa sorte...

Jessica tentou abraçar Sorow, mas ele já havia dado as costas e ido embora.

Jessica: Não estou com um bom pressentimento...

Sorow foi andando pensativo até a peixaria do pai de Mattews, o irritante da equipe dele. Lá já estavam o gordo e tarado sensei Matsu e a deprimente Lana.

Mattews: Sorow! Finalmente!

Lana: É, finalmente... Você não sabe como é ficar presa aqui com esses idiotas...

Matsu: Concordo com ela! E o que você fez para demorar tanto?

Sorow: Fiquei conversando sobre Jessica sobre uma coisa...

Mattews: Hehe, sortudo...

Sorow: Matsu, você sabe quem é minha mãe?

Matsu nunca esperaria aquela pergunta. Arregalou os olhos e começou a suar rápido.

Matsu: S-sua mãe? Eu n-não faço a mínima ideia!

Sorow: Você está mentindo!

Matsu: Men-men-mentindo? Eu? Por que você acha isso, hehe...

Sorow: Ta na cara!

Lana: Literalmente...

Sorow: Vamos, diga o que sabe!

Matsu: Sorow, eu...

Sorow: Vamos!

Matsu: O-o que você quer saber?

Sorow: Tudo!

Matsu: Eu não sou a pessoa certa para...

Sorow: Não importa, diga o que sabe!

Matsu: Só o que sei é que a sua mãe é bem famosa! Muito famosa no que ela faz, hehe... A mais famosa, alias...

Sorow: Em que?

Matsu: No ramo dos assassinatos.

Sorow se paralisou, sem ter reações para aquela revelação...

Sorow: Isso é mentira!

Sorow deu as costas para a equipe e foi embora.

Mattews: Aonde vai? Temos algumas missões para fazer hoje!

Lana: Cala a boca, deixa ele ir.

Matsu: Sorow...

#No escritório do Raikage...#

Alguém bate na porta do escritório do Raikage. Isso era muito comum, todos os dias apareciam pessoas que queriam ajuda em coisas banais. Sempre isso, por que ninguém entrava para falar que ele era um ótimo governante? A população só vinha até ele quando precisava...

Um oficial entrou com um ar meio apreensivo.

Oficial: Senhor, um Genin está aqui para falar com o senhor...

Raikage: Um Genin? Como ele é?

Oficial: É aquele garoto com uma energia esquisita... Aquele que o senhor não deixa fazer missões importantes ou avançar para Chunin...

Raikage: Sorow! Diga que não estou.

Sorow: Eu to aqui fora, e ouvindo tudo!

Raikage: Ótimo! Então você já sabe que eu estou aqui!

Sorow entra empurrando o Oficial.

Sorow: Tenho que te fazer algumas perguntas.

Raikage: Sobre o que, garoto?

Sorow: Sobre minha mãe.

O Raikage também não esperava por aquilo. Pensou um pouco e fez sinal para o Oficial ir embora. Ele saiu trancando a porta, e os dois ficaram a sós.

Raikage: Por que acha que sei algo sobre sua mãe?

Sorow: Você conheceu bem meu pai. E soube que ela era famosa.

Raikage: ...

Sorow: Vamos, diga agora!

O Raikage se levantou, furioso.

Raikage: Garoto insolente, olha com quem está falando! Você não tem autorização para falar comigo dessa forma!

Sorow olhou para ele e tentou se acalmar. Fechou os olhos e lentamente respirou fundo.

Sorow: Me desculpe.

Raikage: Você deve me tratar com mais respeito. Eu poderia lhe prender por ter feito isso.

Sorow abaixou a cabeça. Não queria ser gentil com aquele homem que nunca havia gostado dele ou da família dele... Mas era necessário, naquele momento.

Sorow: Desculpe a minha grosseria...

O Raikage novamente se sentou em sua cadeira.

Raikage: Mas, se tentasse lhe prender, aposto que fugiria como a sua mãe...

Sorow levantou o rosto, surpreso.

Sorow: Ela é uma fugitiva?

Raikage: Garoto, o que sabe sobre ela?

Sorow: Eu sei que ela é uma fugitiva.

O Raikage suspirou, impaciente.

Raikage: Ai, que saco... Você quer que eu explique tudo que sei sobre ela, não é?

Sorow: Sim, é o que eu quero.

Raikage: E por que acha que eu devo contar para você?

Sorow: Bem, eu...

Aquele maldito nunca contaria para ele... Sorow teria que pensar em uma solução que agradasse o Raikage...

Sorow: A minha mãe é uma fugitiva, não? Ela fez alguma coisa errada?

Raikage: “Alguma coisa errada”? Há! Garoto, você não tem ideia...

Sorow: E vocês tem ideia de onde ela está?

Raikage: Perdemos a pista dela a muitos anos.

Sorow: Entendo... Senhor, não importa como seja a história dela, eu irei atrás dela.

Raikage: Isso por que você ainda não ouviu ela.

Sorow: Eu tenho certeza de que vou querer conhecer ela a qualquer custo. E, pelo que sei, não é fácil achar ela. Provavelmente, haverá muitos perigos.

Raikage: Sim, você tem razão... Onde quer chegar, garoto?

Sorow: Eu sei bem que você não gosta de mim. Quero que pense dessa forma: Se me mandar em uma missão atrás dela sozinho, as minhas chances são mínimas. Assim, se você me contar a história, vou atrás dela e provavelmente morro. É bom para nós dois.

O Raikage não tentou se controlar, e abriu um grande sorriso.

Raikage: Chances mínimas, você disse? As suas chances de vitória não existem! Mas, já que você está ciente disso, posso mandar você na missão.

Sorow: Ótimo! Irei assim que você contar sobre ela!

Raikage: Vai ser o mesmo que contar a história para um defunto! Há! Sente-se, vou contá-la a você!

Eu, sua mãe e seu pai nos conhecemos a muito tempo, quando éramos garotos aspirantes de ninjas. Eu era muito conhecido naquela época, por ser filho de um Raikage. Mas seu pai era conhecido por ser neto de um Raikage também, o anterior a meu pai.

Sorow: Eu não sabia que meu bisavó tinha sido um Raikage!

Não interrompa! A sua mãe também já era de certa forma famosa na época. Além de ser a mais bonita, se tentassem chegar perto dela com más intenções, ela os derrubava na hora.

Portanto, não foi muita surpresa quando nos colocaram, nós 3, na mesma equipe, no dia em que nos tornamos Genins. Fomos treinamos pelo Raikage em pessoa, o meu pai. Sim, isso foi uma grande honra para nós...

Os anos foram passando e fomos crescendo e ficando mais fortes... Admito que eu era apaixonado pela sua mãe. Mas, não importa o que eu fazia, ela não ligava muito para mim...


Sorow: O que?! O senhor era apaixonado pela minha mãe?

Raikage: Humpft! Isso faz muito tempo...

Continuando... Chegou um dia em que fizemos o exame para nos tornamos Jounins. E fizemos esse exame bem cedo, mais cedo do que qualquer um já havia feito!Mas o exame era muito difícil...

O exame Jounin é praticamente uma missão nível A simulada. Precisávamos invadir um castelo de uma nação inimiga, resgatar um documento e sobreviver, sendo que lá haviam outros ninjas... O risco de morte era real.

Ouve uma hora em que sua mãe foi gravemente ferida na perna. Ela disse para deixarmos ela, e foi o que seu pai fez, e é como todo ninja deveria agir naquele hora... Mas como eu era apaixonado por ela, não pude fazer isso...

Seu pai foi recuperar o documento que precisávamos e eu levei sua mãe para fora. Eu a salvei, mas não consegui me tornar um Jounin aquele dia. Apenas seu pai conseguiu...


Sorow: ...

Raikage: Ele foi o Jounin mais novo de toda a história... No ano seguinte, eu e sua mãe passamos no exame... Mesmo eu tenho salvo a vida de sua mãe aquele dia, eu não entendo como... como que...

Sorow olhou para o Raikage. Ele estava tremendo... tremendo de raiva.

Raikage: COMO ELA FOI SE APAIXONAR POR ELE?!

Furioso, ele desferiu um golpe contra sua mesa, quebrando ela ao meio.

Raikage: Depois de tudo que eu fiz na vida, tudo que fiz por ela, ela se apaixonou para aquele maldito...

Sorow: ...

Raikage: O que ela via naquele cara? Ele nunca fez nada por ela, enquanto eu... eu fazia tudo! Eu sempre estava lá, eu sempre...

Sorow: Er... Será que dava para continuar a história?

O Raikage se virou para Sorow, com um olhar de ódio, ao mesmo tempo que dava um sorriso psicótico para ele.

Raikage: Claro, vou continuar a história. Agora é a melhor parte, espero que goste!

Na época em que eles começaram a ficar juntos, surgiu o projeto das Bananas Mágicas... Ele era considerado o mais forte do país do Trovão por ter virado Jounin antes que eu, então foi o escolhido para doar sua energia para aquilo que prometia paz no mundo...

Mas seu pai não queria morrer! Ele sempre havia tido medo da morte!Por isso, ele disse para sua mãe que queria ter um filho. Você nasceu, nas vésperas do dia em que ele supostamente deveria doar sua energia para o bem de todos... E ai você sabe! Ele usou parte da sua energia ao invés da dele, para completar a energia necessária!

Foi culpa do seu medo idiota da morte, ele ficou praticamente incapassibilitado de fazer qualquer coisa e você nasceu uma aberração! Tudo por causa do medo dele de morrer...


Sorow: Meu pai tinha um medo, e dai? Você acha que ele é o único com medo da morte? Muitos tem medo do que não conhecem, e tenho certeza que você tem medo de alguma coisa!!

Sorow estava furioso por ele falar assim do pai dele, mas sabia que o que ele falava não era mentira. O Raikage sorriu para ele...

Raikage: Sente-se, a história não terminou. Vou contar onde sua mãe entra nisso.

Vou ser direto com você. Depois que você nasceu uma aberração, sua mãe tentou matar você!

Sorow: Isso... Isso é mentira! Não tem como isso ser verdade!

Raikage: Mas é a verdade, garoto. Se não fosse, por que acha que ninguém quis contar para você?

Sorow: Mas... mas...

Raikage: E tem mais. Você foi salvo por mim.

Eu ouvi os gritos de seu pai, que não podia fazer nada para impedir ela, do jeito que estava. Quero que saiba que eu fiz isso por que não queria ver ela matando o filho... Não fiz isso para salvar você.

Eu tive que chamar ninjas pra prender ela. Mas ela fugiu e ainda conseguiu matar alguns ninjas. Eles perseguiram ela até a vila Veiling. Fica nos limites do país do trovão e é cheia de piratas, pelo que sei. Supostamente, ela velejou para longe.


Sorow: ...

Raikage: Hehe... E ai, garoto. Gostou de saber que sua própria mãe queria te matar?

Sorow: Grr... Isso... É melhor do que não saber absolutamente nada sobre ela.

Raikage: Então você... não se importa?

Sorow: Me importo, claro. Mas ainda assim eu quero ir atrás dela. Talvez consiga informação nessa vila de piratas.

Raikage: Impossível! Vários tentaram e não conseguiram. Um garotinho não tem como conseguir! Mas nós fizemos um trato, e vou deixá-lo ir! Vou assinar os papeis para a sua missão. Vou colocar que você insistiu de tal forma que eu não pude deixar você não ir...

Sorow: Coloque que é uma missão A, assim faz sentido que eu tenha dificuldades...

Raikage: Boa ideia! Agora é só escrever mais detalhes e... Pronto, sua missão está oficialmente autorizada!

Sorow: Ótimo.

Sorow deu as costas e começou a ir embora do escritório do Raikage.

Raikage: Você já está indo?

Sorow: Sim. Vou agora mesmo.

Raikage: Eu desejaria Boa Sorte, mas... Você não merece.

Sorow: ...

Raikage: Espere. Acabo de perceber que tem uma coisinha que não te contei.

Sorow: O que é?

Raikage: O nome dela. O seu nome é Luce.

Sorow: Luce... Vou me lembrar. Obrigado pelas informações.

E assim, Sorow iniciou sua viajem atrás da mãe.

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Sorow finalmente chegou na vila onde sua mãe tinha sido vista a última vez. Havia uma semana que havia partido na sua missão e se sentia como se estivesse atrás das Bananas Mágicas novamente.

A vila tinha um aspecto horrível, com as casas caindo aos pedaços e moradores de rua jogados na lama, pedindo dinheiro de Sorow enquanto ele passava.

Sorow caminhou até a praia, que estava lotada de barcos, a maioria de pescadores. Todos o olhavam com um olhar acusador, e ele se lembrou que estava com a bandana da aldeia do trovão.

Olhou ao redor até achar um bar, e resolveu ir até lá, ver se encontrava informações úteis. Mas, antes de entrar, resolveu tirar sua bandana.

Entrou e começou a andar decidido até o balcão, recebendo olhares acusadores. Um homem magrelo e que tinha uma enorme cicatriz no lugar de um dos olhos disse para ele:

Homem: Aqui não é lugar para crianças, garotinho.

Os homens no bar riram dele, menos o Barman. Ele não se importava se era melhor de idade, de qualquer forma ele era um cliente.

Barman: O que vai querer?

Sorow: Uma informação.

Os olhares de todos do bar viraram (nem um pouco) discretamente para ele.

Barman: O que é?

Sorow: Você sabe algo sobre uma Luce Magnus?

Ninguém respondeu mas, pela reação de susto de todos, eles deveriam saber alguma coisa.

Barman: Por que você quer saber?

Sorow: Eu preciso encontrar ela.

Homem: Você quer morrer, garoto? Parece que sim, se você quer encontrar alguém como ela...

Sorow: Eu preciso encontrar ela.

Homem: E por quê?

Sorow: Eu não devo nenhuma resposta a você.

Homem: O que? Respeite os mais velhos garoto! Você sabe onde está? Está querendo brigar, é?

Sorow se levantou do banco e virou-se para encarar aquele homem.

Sorow: Venha brigar então. Estou pronto.

Homem: Garoto maldito... Vou te ensinar a não ser tão insolente!

O homem começou a avançar para Sorow, pronto para lhe dar um golpe, quando alguém interrompeu.

???: John, pare com isso.

John: Velho maldito... Por que está se metendo, Law?

Law: Estou me metendo porque não acho que seja necessário uma briga, e não acho que seja necessário você apanhar na frente de todos.

John: Do que está falando, velho? Ele é só um garoto patético!

Sorow não conseguia ver o homem que o defendia mas, pela voz, dava para saber que ele falava de um canto escuro do bar. Um som foi ouvido de lá, quando Law começou a vir em sua direção.

Era um senhor com cabelos e barba grandes e grisalhos. Andava mancando e com o apoio de uma bengala. Porém, tinha uma postura forte e confiante.

Law: Você subestima a todos que parecem mais fracos que você, garotos e idosos. Porém, tenho certeza que o garoto te derrotaria fácil.

John: Como você pode ter certeza?

Law: Da para ver nos olhos dele. E da para ver que ele fará tudo para ver Luce.

Ele olhou nos olhos de Sorow pela primeira vez e piscou um dos olhos. Sorow sorriu, finalmente alguém era aliado dele.

John: Esse garoto não é forte como você diz. E esse garoto me irritou. Mostrarei que ninguém se mete comigo!

John pulou em Sorow na mesma hora, mas o garoto rapidamente segurou o punho que vinha em sua direção e o torceu. Logo depois, o atingiu com um soco no peito que o fez ser jogado até o outro canto bar, quicando no chão até bater de cabeça na porta. Alguns companheiros o ajudaram a levantar e a sair do bar, mancando.

John: Isso... não vai ficar assim...

Law se aproximou e se sentou ao lado de Sorow, próximo ao balcão.

Law: Foi um belo golpe.

Sorow: Eu bati nele com a mão esquerda, e eu sou destro. Se fosse um pouco mais forte ele quebraria as costelas.

Law sabia que ele dizia isso não para se exibir, mas para mostrar aos outros do bar com quem estavam lidando.

Law: Não fomos formalmente apresentados. Meu nome é Law.

Sorow: Meu nome é Sorow.

Law: Sorow... Eu acho que posso te ajudar a encontrar Luce.

Sorow: Você pode? Pode mesmo?

Law: Sim. Mas com 2 condições.

Sorow: Diga.

Law: Primeiramente eu gostaria de pedir pra ir junto de você. É um lugar longe e... Faz tempo que eu não saio em uma aventura, e isso faria bem para mim.

Sorow sorriu. Viu no olhar e na fala que ele não era um homem mau. Ou, pelo menos, não parecia.

Sorow: Tudo bem, você pode ir junto.

Law: Ótimo! E a segunda coisa: Gostaria de saber por que você quer encontrar Luce. Na verdade, acho que todos estão curiosos.

Sorow olhou ao redor apenas para ver que todos o olhavam “discretamente”. Resolveu que não havia problema em contar.

Sorow: Ela é minha mãe. Eu nunca conheci ela.

A resposta assustou todos do bar. Aquele seria mesmo filho daquela assassina famosa?

Law: Você quer conhecê-la... Mas você sabe que ela é procurada por assassinar Jounins da aldeia do Trovão?

Sorow: Não é só por isso que ela é procurada. Ela é procurada por tentar me assassinar, quando eu era um bebe.

Law: E mesmo assim você quer ir atrás dela?

Sorow: Isso mesmo.

Law deu uma gargalhada e se levantou.

Law: Vejo que você é um garoto decidido! Então vamos andando, temos que ir de barco!

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Logo depois, estavam no barco de Law. Era um barco pequeno mas, segundo Law, daria conta do serviço. Nesse momento, os tripulantes do barco iam e vinham das docas, pegando caixas com suprimentos para a viajem.

Sorow: Aonde exatamente nós vamos?

Law: Bom... A sua mãe está em um local não muito agradável. Eu me lembro como se fosse ontem, eu estava lá na ocasião. Depois que ela fugiu e veio parar nessa cidade, encontrou os bandidos da Caveira Negra.

Sorow: Caveira Negra? Mas... Isso é uma organização maligna que estão procurando a décadas!

Law: Exatamente. A perfeita para refugiar sua mãe. Agora ela faz parte da Caveira Negra, e estão escondidos em uma ilha longe, fora de onde os nossos mapas comuns vão.

Sorow: Como sabe de tudo isso?

Law: Sabe, quando eu era jovem eu me meti em várias encrencas envolvendo eles. Quem sabe eu te conte, enquanto estivermos viajando.

Um homem grande e corpulento trás mais uma caixa para o barco, e para na frente de Law e Sorow.

Homem: Essa caixa é a última, capitão. E também é a mais pesada...

Law: Ótimo! Içar âncora! Vamos partir em direção ao Oeste, a 25 nós!

E assim o barco partiu, deixando a deprimente vila Veiling para trás. Enquanto Sorow apreciava a vista, o homem que havia carregado a última caixa estava parado no convés, sem conseguir levar para dentro da embarcação.

Law: Mas que fraqueza homem!

Homem: Essa caixa... Ta muito mais pesada... mais do que as outras...

Ele não agüentou e a largou no chão. Logo depois, ouviu-se um “ai!” vindo de dentro dela.

Sorow: Essa voz...

Law: Mas o que é isso? Abra a caixa!

O homem abriu a caixa, revelando Matsu, Mattews e Lana.

Lana: Urgh, finalmente abriram a caixa... Eu estava quase morrendo sufocada aqui com esses dois... E ainda mais com esse cheiro horrível...

Matsu: Não é minha culpa que eu transpire tanto quando estou nervoso...

Law: Mas o que significa isso?

Sorow: Era só o que me faltava...

Matsu: Hehe, olá, capitão! Desculpe nos intrometermos assim na sua embarcação, mas...

Law: Não quero ouvir desculpas! Saiam daqui!

Matsu: Mas estamos no mar!

Law: Sorte que está perto o bastante para conseguir nadar até a costa! Se demorar mais, não poderá!

Matsu: Sorow está aqui, não está? Conhecemos ele, e ele pode explicar isso tudo!

Sorow apareceu ao lado de Law.

Law: Conhece esses palhaços?

Sorow: Eu conheço eles...

Matsu: Viu?

Law: Foi você que chamou eles aqui?

Sorow: Não.

Law: Algum problema se eu expulsar eles?

Sorow: Não.

Law: Ótimo! Agora, sumam daqui!

Mattews: Espera ai, não pode nos expulsar dessa forma! Estamos aqui por você!

Lana: Ele tem razão. E foi um esforço tremendo chegar aqui...

Sorow: Mas eu não preciso da ajuda de vocês! Se precisasse, teria chamado vocês! Isso é perigoso para vocês, e eu devo fazer isso sozinho!

Mattews: Mas somos uma equipe ninja! Temos que ficar sempre unidos!

Matsu: Ele tem razão, Sorow.

Sorow: ...

Law: Eu não vejo problemas em eles irem.

Matsu / Mattews: YEAH!

Law: Desde que fiquem no barco quando chegarem...

Matsu / Mattews: O que?!

Lana: É o mesmo do que não ter vindo pra cá...

Law: O Sorow tem razão em se preocupar com vocês. Da pra ver só de olhar para vocês, Sorow está em um nível. E vocês estão abaixo dele. Acho que Sorow vai conseguir ir lá e voltar vivo. Mas vocês? Há! Sem chances!

Lana: Já vi que todo mundo bota fé em nós...

Matsu: Humpft! Por mim tudo bem! Vamos ter uma viajem de barco e estamos fazendo todos indiretamente uma missão nível A. Fora o risco de perder o Sorow no lugar que vamos, está ótimo.

Sorow: E tirando o fato de que vou ter que agüentar vocês esse tempo inteiro...

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Depois de quase 1 mês navegando em alto mar, já havia quase 1 semana que haviam passado do limite que os mapas iam. Nas primeiras três semanas, passavam por ilhas grandes e pequenas a todo o momento. Mas agora eles navegavam por dias sem avistar nada. Isso até que um dia, sem nenhum aviso, Law gritou:

Law: Terra a vista! Chegamos ao nosso objetivo! Vejam ali, a estibordo!

Mattews: Eu não to vendo nada...

Law: Você está olhando para bombordo, cabeça-dura! Estibordo é do outro lado!

Mattews: Ah ta! f2

Law: E pensar que eu digo isso à um mês... Não entra nada na cabeça desse moleque...

Sorow: Então... É aquilo...

E lá estava à base da Caveira Negra. Uma ilha pequena, em que só havia uma única construção. Uma enorme fortaleza sombria, cheia de torres. De longe, dava para ver um pouco de movimento vindo de lá dentro.

Law: Vamos parar do lado. Você terá que escalar a parede e entrar discretamente.

Sorow: Certo, já esperava por isso.

Eles pararam ao lado da fortaleza. Havia um pequeno espaço de dois metros de terra antes da parede. Sorow saltou do barco e pisou na terra.

Lana: Boa sorte.

Mattews: Cuidado com eles!

Matsu: Nos deixe orgulhosos.

Sorow: Pode deixar.

Mas Sorow não pôde dar mais do que um passo, antes que alguma coisa grande e pesada caísse em cima dele. Sorow sentia garras se agarrando ao seu ombro.

Sorow: Eu não vi de onde o golpe veio...

???: Largue ele, Slash.

A coisa que estava em cima dele saltou rapidamente e parou em cima do muro da fortaleza. Lá em cima, um homem vestido com roupas negras e que tinha o cabelo branco o encarava. A coisa que tinha o atacado era uma figura estranha. Usava uma roupa esfarrapada e tinha, o lugar das duas mãos, duas enormes garras de metal. Ficava com as mãos no chão e usava uma mascara que tampava apenas a boca.

???: Desculpe o meu servo, Slash. Ele é meio agressivo as vezes. Eu sou Raiken Treus.

Sorow: Sou Sorow Magnus.

Raiken: Magnus... O que você vem fazer aqui? E o que pretendia invadindo sozinho a nossa fortaleza?

Sorow: Eu estou em busca da minha mãe. Luce Magnus.

Raiken: Em busca dela? Interessante. Em todos esses anos que ela esteve como nossa... convidada, ninguém veio visitá-la. Venha comigo.

Slash: Tem certeza?

Raiken: Não seja grosso. Claro que sim. Faz tempo que não temos diversão por aqui.

Lá de cima, Raiken deu de costas e entrou na fortaleza. Sorow deu uma última olhada nos amigos e resolveu subir.

É claro que ele não confiava nem um pouco neles.

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E assim, Sorow seguiu Slash e Raiken pelos corredores sombrios daquela fortaleza imensa, tentando decorar o caminho, para poder voltar depois. Sorow via outras pessoas no caminho, mas nenhuma era tão forte quando os dois que ele seguia.

Finalmente, após andar tanto que Sorow teve certeza de que deram mais voltas do que o necessário para chegar lá, eles pararam de frente para uma porta.

Raiken: Esse é o quarto de sua mãe. Fique a vontade aqui, enquanto irei falar com os seus amigos lá em baixo. Cuidado lá dentro, Sorow.

Ele destrancou a porta com uma chave do bolso e deu um empurrãozinho em Sorow. Pouco depois, ele trancou novamente a porta.

Sorow olhou ao redor, estava em um quarto com pouca iluminação. As cortinhas estavam fechadas e as velas estavam apagadas. Depois de alguns segundos para se acostumar à escuridão, ele viu um movimento vindo da cama.

Sorow: Tem alguém ai?

Quem estava na cama se mexeu e se levantou rapidamente.

???: Quem está ai? Dray, é você?

A pessoa veio rapidamente até ele mas parou quando estava próxima. Ela também não estava enxergando bem, e via apenas os contornos de Sorow. Receosa, deu alguns passos para trás e abriu as cortinas.

Era uma mulher alta e extremamente magra, como se não pudesse comer nada. Porém, Sorow viu um prato de comida inacabado ao lado da cama. Ela tinha um cabelo negro comprido que chegava ao chão e uma cara deprimente, como se tivesse chorado tanto que perdeu as lágrimas.

???: Ah... Não é o Dray... Mas essa sua voz parece muito com a dele... Não, devo estar ficando louca...

Sorow: Dray era o nome do meu pai...

Ela foi se arras tanto até se sentar na cama.

???: E quem é você? Outro servo do Raiken?

Sorow: Eu... Quero dizer, você... Você é Luce Magnus?

Luce: Sou. E você ainda não disse quem você é e o que veio fazer aqui.

Sorow: Eu sou Sorow Magnus. Sou seu filho.

A mulher arregalou os olhos, encarando assustada Sorow.

Luce: Não... não pode ser...

Ela rapidamente se levantou de novo da cama e correu até ficar na frente de Sorow. Ela olhou fundo nos olhos dele.

Luce: Você... você é mesmo o meu filho e do Dray. É por isso que você tem a voz e o jeito dele...

Sorow: Ele dizia que eu tinha os olhos iguais aos seus.

Luce: É, acho que tem mesmo.

Pela primeira vez em anos, ela sorriu e lágrimas caíram dos seus olhos. Espontaneamente, ela abraçou Sorow.

Luce: Sorow... Sorow, o meu filho... Por favor, você me desculpa pelo que eu fiz? Por favor, me desculpe...

Sorow: Desculpar o que?

Luce: Por tentar assassinar você.

Sorow: Ah, isso... Eu já tinha esquecido.

Luce: Você me perdoa?

Sorow: Sim, eu perdôo.

Luce: Obrigada, Sorow... Obrigada mesmo, eu precisava disso...

Ela largou Sorow e continuou na sua frente o olhando fundo nos olhos. Ela segurou sua mão e apertou contra a sua.

Luce: O que faz aqui, filho?

Sorow: Eu vim aqui para ver você.

Luce: Você está aqui como um prisioneiro?

Sorow: Prisioneiro? Não, eu vim aqui por vontade própria. E por que você está aqui? Quero dizer, com esses bandidos...

Luce: No início, pensei que estava tudo sobre controle... Eu pedi ajuda para me levar para uma ilha fora do país do Trovão, mas eles me trouxeram para cá. Desde então, eles me usam apenas como fonte de energia...

Sorow: Como assim?

Luce: Eles não são bandidos comuns. Nos últimos anos, suas ações criminosas são poucas, mas é isso porque eles estão planejando algo grande. Realmente grande. Eles planejam a dominação mundial. Durante os anos que eu estou aqui, eles me usam, e muitos outros, como fonte de energia. Eles pegam nosso chakra e usam para... Bem, eu não sei...

Sorow: Isso é horrível... Eu vou resgatar você.

Luce: Você não pode. Acha mesmo que Raiken vai deixá-lo ir?

Sorow: Eu duvido. Mas eu não planejo contar com a ajuda dele mesmo.

Luce: Você acha mesmo que vai conseguir passar por ele e pelo Slash?

Sorow: Eu consigo.

Luce riu.

Luce: Ousado como o seu pai. Mas você quer realmente me libertar? Quer dizer, você sabe... Eu tentei...

Sorow: Eu já disse que te desculpo.

Sorow sorriu e a sua mãe retribuiu.

Luce: Antes de irmos... Eu devo te contar o motivo... O motivo de eu ter tentado matar você...

Sorow gelou. Não sabia se queria saber daquilo, ainda mais vindo da sua própria mãe.

Luce: No dia em que você nasceu, eu tive uma visão. Eu nunca havia tido algo assim. Enquanto estava no parto eu fechei os olhos e aconteceu... Sorow, eu vi que...

Sorow: O que? Vamos, diga!

Luce: Você vai ser responsável pela destruição do mundo como conhecemos.

Sorow: ...

Luce: E foi por isso que tentei acabar com isso naquele dia... Mas eu fui tola, não se pode impedir o destino... Foi determinado que eu iria presa para cá e você viria para me resgatar...

Sorow: Eu não acredito em Destino. Acredito que fazemos nossos próprios caminhos, nossas próprias escolhas...

Luce: Sim, claro... Assim como o seu pai.

Mãe e filho se olharam por um momento. Até que Sorow lembrou de onde estavam e o que tinha vindo fazer ali.

Sorow: Vamos. Não podemos perder muito tempo aqui

Sorow foi até a janela, só para descobrir que ela tinha grades e estava alto demais.

Sorow: Vamos ter que ir pela porta. Vamos o mais rápido possível, cuidado com os inimigos...

Luce: Eu não vou conseguir...

Sorow: Como assim? Você foi uma das melhores ninjas da aldeia do Trovão, não é?

Luce: Isso já faz tempo...

Sorow: Mas você deve se lembrar de suas habilidades, tenho certeza.

Luce: Bom... Acho que posso tentar.

Sorow: Vamos!

Sorow abriu a porta com um chute. O corredor deles estava vazio e silencioso como quando ele chegou.

Sorow: Onde será que deve estar aquele...

De repente, algo salta em cima de Sorow, e ele por pouco consegue saltar para longe e girar para encarar o oponente.

Slash: Você aprendeu a não deixar a guarda baixa, não é? Pena que não aprendeu que não se deve ir embora dessa forma... Você merece ser punido.

Luce: Sorow...

Sorow: Fique para trás, mãe. Eu cuido dele.

Sorow retirou os dois machados que mantinha guardados nas costas, sob a camisa. Olhou para as garras de metal que Slash tinha no lugar das mãos e sentiu que as garras cresciam ainda mais. Sorow sorriu.

Ele estava pronto para lutar.

Slash saltou em cima de Sorow, brandindo as garras com fúria. Sorow defendeu o primeiro ataque com um dos machados e logo depois defendeu novamente. Slash atacava rapidamente e Sorow mal tinha tempo para se defender. Defendeu do terceiro golpe, do quarto... e foi acertado no ombro por um quinto golpe. Saltou para trás para evitar se atingido novamente.

Slash: Nada mau... Mas não é o bastante para me vencer. Não conseguiu nem se quer evitar esse último golpe...

Sorow: Isso foi um golpe? Pensei que estava tentando me fazer cócegas!

Slash: Garoto atrevido! Vai se arrepender de ter nascido!

Slash saltou novamente, dessa vez dando um golpe com as duas garras de uma vez. Sorow conseguiu defender com os dois machado e os pressionou contra o oponente, antes que ele pudesse novamente atacar. Enquanto pressionava com toda a força dos dois braços, deu um impulso e o atingiu com um chute no queixo.

Antes que Slash pudesse se levantar, surpreso, Sorow saltou sobre ele, tentando o atingir com um golpe que terminasse logo a luta deles. Mas Slash defendeu cruzando as garras. Sorow tentou continuar atacando, mas as garras eram tão resistente quanto as armas dele, e não se danificavam.

Slash conseguiu se levantar e jogar Sorow contra a parede. Com extrema fúria, atacou Sorow com uma sequência rápida de golpes, até que ele não conseguiu mais se defender e acabou sendo atingido no braço direito pelas garras.

O golpe havia sido forte e Sorow não conseguia mais movimentar o braço e soltou o machado daquela mão. Logo depois, Slash bateu na outra mão dele com o lado da mão que não havia garras, mandando o outro machado para longe.

Slash: Hehe, agora sim... Você é meu!

Sorow: Tsc, não acredito que você me forçou a usar isso...

As sua mão esquerda brilhou com uma luz dourada. Sorow aponta rapidamente para Slash e um raio de energia sai de sua mão, atingindo Slash e fazendo-o bater na parede do outro canto do corredor.

Slash: Argh... Mas o que...

Sorow: Pensei que poderia lutar sem usar meus poderes, mas você me forçou a isso...

Sorow atira o segundo machado no chão.

Sorow: Vou derrotar você apenas com minha mão esquerda.

Slash: Você está brincando de novo comigo, garoto!

Sorow: Tem razão... Vou usar apenas as pernas, assim fica mais justo.

Slash: Chega! Eu já cansei de você! Não importa o que Raiken disse... Vou matá-lo, aqui e agora!

Slash ataca Sorow com uma de suas garras, e ele simplesmente agüenta o golpe, sem reagir. Porém, ele não se machucou nem um pouco.

Slash: Mas o que...

Sorow: Eu tenho o poder de manipular o que eu gosto de chamar de “energia vital”. Após algum treino, aprendi a manipular ela e usar para aumentar meu poder ou minha defesa. É claro que isso me cansa, mas tem um jeito fácil de “recarregar” a energia... Você não vai gostar de saber como.

Slash: Cale a boca e lute!

Slash tentou atacar com as garras, mas Sorow desviou e o atingiu com uma joelhada no queixo. Mais furioso ainda, Slash voltou novamente tentando o atingir de qualquer forma. Mas isso só o deixou com menos precisão nos golpes. Sorow se desviou de todos e, no fim, saltou e o atingiu com diversos chutes rápidos no peito, com a energia canalizada para aumentar a potência dos chutes.

Slash caiu no chão, em frente de Sorow. Não totalmente derrotado, começou a se levantar...

Sorow: Eu adoraria lutar um pouco mais com você, mas estou com um pouco de pressa. E eu vou precisar de um pouco de energia.

Sorow pôs a mão no peito do oponente e uma luz branca surgiu.

Luce: Sorow...

Sorow: Não se preocupe, não vou tirar toda a energia vital. Apenas o bastante para curar os machucados que ele mesmo causou.

Com os ferimentos curados, foi até sua mãe, que lhe estendia os dois machados. Guardou os dois nas costas novamente. Antes de Slash aparecer, eles não haviam escutado sons ou visto pessoas mas, agora, eles escutavam sons de passadas rápidas se aproximando.

Sorow: Vamos.

Sorow e Luce correram pelo corredor até chegar em uma parede com uma janela, dos dois lado haviam caminhos e, pelos dois, homens armados vinham na direção deles. Porém, eles não pareciam tão bons quanto Slash ou Raiken. Sorow olhou pela janela e disse, decepcionado.

Sorow: É muito alto, vamos ter que pensar em alguma coisa...

Luce: Muito alto? Não para um ninja!

Sorow: Mas você...

Luce: Eu sou uma das melhores ninjas da aldeia do trovão. Mesmo após anos sem pratica, certo?

Sorow sorriu para a mãe abriu a janela. Os dois saltaram para fora.

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Concentrando o Chakra nas solas dos pés, os dois pisaram nas paredes da torre, logo depois de saltar da janela. Correndo para baixo com agilidade, os dois saltaram para o muro e continuaram correndo, evitando golpes.

Sorow: Ali! Estamos pertos!

Os dois saltaram para a terra fora da fortaleza, onde avistaram um barco de madeira não muito grande. Não tinha sinal de alguém da fortaleza ou de Raiken.

Eles saltaram para dentro do barco, Sorow sempre indo em frente, guiando a mãe, e foram até os companheiros, que estavam perto do mastro. Sorow chegou mais perto e percebeu que todos estavam amordaçados. Rapidamente, foi até Lana e tirou a corda da boca dela.

Lana: É uma armadilha, cuidado!

Sorow se virou para ver sua mãe, mas ela não estava bem atrás dele, como ele pensava. Atrás dele estava Raiken Treus, segurando as mãos e a boca de Luce.

Sorow: Solte ela, agora!

Raiken: Ora, ora... Você até que é bom. Derrotou Slash e fugiu com sua mãezinha, e não parece estar machucado. Você superou minhas expectativas... Vai ser ótimo ter você do nosso lado.

Sorow: Do seu lado? Nunca!

Raiken: Você não tem opção. Tudo o que você fez desde que chegou foi um teste feito por mim. Ou você achou mesmo que iria fugir tão fácil assim? Existem várias pessoas tão boas quanto ou melhores que o Slash por aqui. Mas pedi para que eles não se metessem. Você, Sorow, vai ser minha nova cobaia! O seu poder de sugar e utilizar a energia vital como quiser vai agilitar 100 vezes o meu projeto!

Sorow: Eu já disse que não vou ajudar! Prefiro a morte!

Raiken: Mas se você morrer, quem salva sua mãezinha?

Sorow: Grrr...

Raiken: Mas eu sou um homem justo. E eu preciso testar suas habilidades um pouco mais. Tenho certeza de que você não deu tudo de si naquela luta. Vou dar a oportunidade de ver o meu magnífico poder!

Raiken larga a mãe de Sorow e a atira no chão. Ela estava inconsciente.

Sorow: Seu maldito... Vou acabar com você, por tudo aquilo que fez a minha mãe por esses anos todos!

Raiken: Isso, fique com raiva! Venha e mostre-me tudo que tem!

Sorow saltou em seu oponente, atacando como nunca, em uma sequencia de golpes poderosos dados pelos dois machados. Porém, Raiken defendia todos eles com sua única espada, e não parecia fazer muito esforço.

Raiken: Muito bom, garoto. Mas não o bastante.

Ainda defendendo os golpes, usou o braço que não estava usando a espada e o mandou para longe com um simples gesto.

Sorow: Grr...

Raiken: Admito que você tenha talento, talvez um prodígio. Você pode ser melhor que qualquer ninja da sua idade, melhor que adultos comuns... Mas não é o único prodígio por aqui.

Sorow correu até seu oponente e atacou com os dois machados, pressionando a espada. Suas mãos começaram a brilhar com uma luz dourada, e a força do seu golpe foi aumentada. A espada de Raiken cedeu e, por pouco, o golpe de Sorow não atinge o alvo.

Raiken: Isso mesmo, use esse seu poder...

Sou aumentou a energia nas mãos e começou a atacar ferozmente o seu oponente. Raiken não conseguia agüentar a força dos golpes, mesmo os defendendo perfeitamente, e começava a dar passos para trás, escapando dos golpes.

Raiken: Só isso? Tem que lutar mais que isso se quiser salvar sua mãezinha...

Sorow: CHEGA!

Com um disparo de energia dourada, Raiken é jogado contra o muro da fortaleza, mas logo se levanta, ileso. Ele boceja.

Raiken: Que chato...

Sorow: Você vai lamentar ter me enfurecido!

A luz dourada se espalhou para todo o corpo de Sorow, enquanto ele usava a energia vital para aumentar seu poder. Rapidamente, começou a atacar com os machados e, dessa vez, conseguia atingir o alvo.

Raiken estava tendo dificuldades para defender golpes naquela velocidade e com aquela força. Ele estava com vários cortes e arranhões, mas Sorow ainda não havia conseguido acertar um golpe direto.

Até que, com um dos machados, Sorow deu um golpe de baixo para cima, com tal força que tirou a espada da mão de Raiken, fazendo-a voar e cair enfiada na pedra. Rapidamente, com o outro machado, Sorow atinge um corte vertical no peito de Raiken.

Antes que Sorow pudesse acabar com a luta, Raiken apontou a mão para ele e ele foi atirado para longe, indo cair no mar. Logo depois, voltou rastejando para terra. Estava exausto, havia gasto muita energia... Raiken recuperou sua espada e foi até ele.

Raiken: Ora, ora... você conseguiu me atingir um bom golpe. Merece os meus parabéns. É uma pena que não usou todo o seu poder enquanto pôde.

Sorow mal podia respirar, de tão cansado. Tinha certeza de que derrotaria Raiken se usasse todo o poder, mas havia sido em vão. Agora, não podia mais fazer nada...

Sorow: Eu usei... todo o... meu poder...

Raiken: Não, não usou não. Eu sinto que você ainda esconde alguma coisa. Que pena, pensei que você e sua mãe teriam uma utilidade melhor. Falando nisso, acho que a utilidade de sua mãe acabou. Vou matá-la.

Sorow levantou o rosto apenas a tempo de ver Raiken com um sorriso maligno no rosto disparar um golpe invisível em Luce. Ela simplesmente abriu os olhou um pouco antes de morrer e sussurrou o nome do seu filho.

Luce: Sorow...

Sorow foi atingido por uma fúria e tristeza imensa ao mesmo tempo... A mãe dele, que ele havia procurado conhecer a vida inteira, que ele estivera perto de salvar e levar de volta para a vila do trovão...

A pessoa que sempre amou ele, e que passou anos pensando nele... Essa pessoa havia sido morta por Raiken, e ele não pôde fazer nada...

De repente, Sorow foi atingido por uma energia estranha. Se levantou se sentindo mais forte e confiante. Uma aura de energia de cor negra, diferente de sua aura normal, havia aparecido.

Sorow: Raiken...

Raiken: Olha só! Foi só dar o empurrãozinho e você liberou esse poder escondido!

Sorow: Eu não sei de onde vem esse poder... E no momento não quero saber! Só o que quero agora é destruir você!

Raiken: Então venha, Sorow! Eu estava esperando isso!

Sorow: AHHHHH!!!

Sorow largou os machado no chão enquanto corria em uma velocidade assombrosa em direção a Raiken. Ele mal controlava seu corpo e agia de forma tão veloz que Raiken mal tinha tempo para reagir.

Com um soco direto no queixo, Raiken foi voando metros para cima em alta velocidade. Quando estava chegando no ápice da subida, Sorow apareceu e deu um golpe com as duas mãos juntas que o jogou para baixo.

Raiken caia em alta velocidade e Sorow se jogou para baixo, até ele. Ia atingi-lo com o golpe final. Raiken percebeu e o atingiu com a espada, um golpe que normalmente arrancaria o braço de Sorow. Porém, foi como se ele tivesse batido em aço.

Sorow estendeu sua mão e apertou o pescoço de Raiken, sugando sua energia ao mesmo tempo. Os dois caíram juntos no chão, Sorow em cima de Raiken.

Raiken morreu antes mesmo de tocar ao chão, perdendo sua energia para Sorow.

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Sorow estava no chão, ajoelhado ao lado do corpo de sua mãe. Não estava mais com aquela estranha aura negra ao seu redor, ele havia voltado ao normal. Lana, Matsu e Mattews, que haviam conseguido se soltar, correram até ele.

Matsu: Sorow... O que foi aquilo?

Sorow: Eu não tenho ideia... Aquilo simplesmente apareceu, quando fiquei com muita raiva...

Matsu: ...

Lana: Sorow, ela ainda está viva?

Sorow: Está, mas por pouco tempo. Ela não tem chances de sobreviver...

Mattews: Nem se você fizer alguma coisa com seus poderes?

Sorow: Não sei o que eu poderia fazer para ajudar ela.

Mattews: Você não podia curar o corpo dela? Ou, quem sabe, fazer outro...

Sorow: Mattews, seu idio... espera ai! Fazer um outro corpo... Isso é uma boa ideia! Posso usar meus poderes para sugar a energia vital dela, e então depositar em um outro corpo!

Lana: E você acha que consegue fazer isso?

Sorow: Acho que sei como, mas o gasto de energia seria grande demais, eu acabaria morrendo... A menos que...

Lana: A menos que o que?

Sorow: Que eu fizesse um corpo mais simples! É isso! Obrigado a vocês dois!

Sorow rapidamente pôs as mãos no peito de sua mãe e absorveu completamente sua energia vital. Logo em seguida, a disparou ao lado do corpo da mãe, ao mesmo tempo que algo ia se formando...

Sorow logo depois desmaiou de cansaço, ao lado do que ele acabara de fazer. A mãe de Sorow agora estava em outro corpo... E esse novo corpo começou a chorar.

Mattews: Mas... O que?!

Lana: Sorow, você é um gênio... Um corpo de um bebe recém-nascido é bem menos complexo do que de um adulto... Mas mesmo fazer isso gastou todas suas energias...

Matsu: Incrível, ele é mesmo talentoso...

Law: Pessoal, é melhor irmos rápido.

Matsu carregou Sorow para dentro ao mesmo tempo em que Lana carregava a reencarnação de Luce Magnus.

-----------------------------------------------------------------------------------------------
Epílogo: Semanas depois, Sorow e sua “filha” (havia decidido que cuidaria dela com uma filha) chegavam em casa.

Sorow: Cheguei, finalmente! Alguém em casa?

De algum cômodo da casa, Jessica veio correndo e pulou nos braços de Sorow.

Jessica: Finalmente voltou! Estive tão preocupada, você demorou tanto, nem se quer escreveu... Já tinha até pensado que poderia ter morrido, mas é claro que confiei em você! E sabia que você voltaria logo e... O que é isso no seu colo.

Sorow: Essa é... bem... minha mãe.

Jessica: Como é?!

Sorow: Bom, na verdade é uma reencarnação dela, literalmente falando.

Jessica: E você trouxe ela por que...

Sorow: Porque vamos cuidar dela como nossa filha.

Jessica: O QUE?! Nananinanão! Eu sou jovem demais para ser mãe! Para onde vai minha carreira, desse jeito?

Sorow: Deixa de escândalo, é só falar que você decidiu adotar uma criança abandonada, isso com certeza traria publicidade positiva.

Jessica: Mas... Vão pensar que eu sou uma tarada e que...

Sorow: Já que não quer essa responsabilidade, então vá embora...

Jessica: Ah não, que namorada eu seria se deixasse o namorado sozinho com a “filha” dele? Nunca faria isso...

Sorow: f3

Jessica: Qual o nome dela?

Sorow: Luce. Ah, você pode ficar com ele por uns minutos? Tenho que ir reportar a missão para o Raikage.

Jessica: Claro. Vai ser bom para poder conhecer a pequena Luce.

Sorow: Ótimo. Volto logo.

Sorow deixou Luce no colo de Jessica, e saiu para reportar ao Raikage. Logo depois, Luce começou a chorar.

Jessica: Ah, o que foi, nene? Você sujou a frauda? Ou você quer mamar?

Jessica lembrou o que aconteceria se ela quisesse mamar.

Jessica: Er... Vamos torcer para que você tenha sujado a frauda...

-----------------------------------------------------------------------------------------------
Acabou! f2

Isso foi a maior coisa que já escrevi! Ufa, isso cansou...

Só para terminar essa joça, a imagem do filler!



Semana que vem volto com o update semanal de An Eddy to the Game!

PS: Esse negócio tem 30 páginas! f6 =oo

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MensagemAssunto: Re: Bananas Mágicas/Ilha Sagrada!   Seg 16 Jan - 11:43

FINALMENTE ALGUÉM FEZ UPDATE POR AQUI!

Só que eu pensei que você ia fazer uma série disso...
Mas como o Sorow conseguiu fazer um outro corpo?
E mesmo com um outro corpo, ela não chegou a morrer, então ela deve se lembrar de tudo, ou deveria...
Update intressante...
E o Sorow já não tinha feito os exames jounim e chunim e passado nos 2? Como ele ainda pode ser um Genim?

E ele vai ser o responsável pela destruição do mundo como conhecem? Hehe... Interessante...
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MensagemAssunto: Re: Bananas Mágicas/Ilha Sagrada!   Seg 16 Jan - 11:50

Forasteiro Solitario escreveu:
E mesmo com um outro corpo, ela não chegou a morrer, então ela deve se lembrar de tudo, ou deveria...

Realmente, ela "deveria" lembrar de tudo, mas acho que n teria muita graça... The Evil Smile

Ah, nem o Sorow sabe exatamente como ele conseguiu fazer um corpo... f6

Forasteiro Sakana escreveu:
E o Sorow já não tinha feito os exames jounim e chunim e passado nos 2? Como ele ainda pode ser um Genim?

Esse filler acontece antes disso! f2

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MensagemAssunto: Re: Bananas Mágicas/Ilha Sagrada!   Seg 16 Jan - 13:49

"Primeira linha do seu filler":
 

f3

Você mesmo escreveu na primeira linha da sua fic que isso acontece DEPOIS de Lhandor, also tem um erro ortográfico nessa primeira linha, não só nela, mas acho que fica chato ficar colocando nos comentários os erros de ortografia...

Eusine48 escreveu:
Realmente, ela "deveria" lembrar de tudo, mas acho que n teria muita graça...

Menos graça ainda se não fizer sentido f3 . Tudo bem que ela não poderia falar até que os dentes nascessem...

Also, lembrei de uma coisa tosca! Você mudou o nome do pai do Sorow de Grumble para Dray! Depois eu que sou o esquecido...
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MensagemAssunto: Re: Bananas Mágicas/Ilha Sagrada!   Ter 24 Jan - 19:32

FS escreveu:
"Primeira linha do seu filler":
 

f3

Você mesmo escreveu na primeira linha da sua fic que isso acontece DEPOIS de Lhandor, also tem um erro ortográfico nessa primeira linha, não só nela, mas acho que fica chato ficar colocando nos comentários os erros de ortografia...

f6

Ta... Então vamos fazer uma modificação na história! Sorow faz os exames Chunin e Jounin depois desse filler, que é depois de Lhandor! f2

FS escreveu:
Menos graça ainda se não fizer sentido . Tudo bem que ela não poderia falar até que os dentes nascessem...

Ta, você têm razão... f4

FS escreveu:
Mas como o Sorow conseguiu fazer um outro corpo?

Ficar vendo Full Metal da vontade de fazer os personagens fazerem isso... YEAH!!!

De acordo com o Full Metal, fazer um corpo é teoricamente fácil, só precisa de elementos comuns, como oxigênio e carbono... Então Sorow pôde pegar parte do corpo dele (ou do da própria mãe) e usar a sua habilidade pra modificar a forma pra ficar como ele queria. O principal problema em "fazer" um humano é a alma (no caso mensionado na fic, "energia vital"), mas isso Sorow já tinha.

FS escreveu:
Also, lembrei de uma coisa tosca! Você mudou o nome do pai do Sorow de Grumble para Dray! Depois eu que sou o esquecido...

Isso que da ficar meses sem pensar na fic e depois querer lembrar desses detalhes... Oooooooopa...

Qual nome vocês preferem? Grumble ou Dray? f6

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MensagemAssunto: Re: Bananas Mágicas/Ilha Sagrada!   Ter 24 Jan - 20:10

Demorou pra você responder hein? f3
Mas respondeu, antes tarde do que nunca. ...

Eusine48 escreveu:
FS escreveu:
Also, lembrei de uma coisa tosca! Você mudou o nome do pai do Sorow de Grumble para Dray! Depois eu que sou o esquecido...

Isso que da ficar meses sem pensar na fic e depois querer lembrar desses detalhes... Oooooooopa...

Qual nome vocês preferem? Grumble ou Dray? f6[/color]

Grumble é um nome muito feio... Dray é melhor.
Also é melhor você modificar algumas linhas dos outros eps para que fiquem de acordo com que você mencionou acima.
Exemplos:
Sorow: Na verdade não... Mas eu fiz coisa melhor! Eu fiz o exame Chunin e o Jounin e passei em todos! Agora to em um nível superior a todos aqueles idiotas do grupo 5!

Gumble: Sorow, esse machado foi passado de geração em geração na nossa família... Sempre que um filho está para se formar como Genin, o pai da um dos machados para o filho.
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MensagemAssunto: Re: Bananas Mágicas/Ilha Sagrada!   Ter 24 Jan - 21:22

Forasteiro Solitario escreveu:
Grumble é um nome muito feio... Dray é melhor.
Also é melhor você modificar algumas linhas dos outros eps para que fiquem de acordo com que você mencionou acima

Desculpe por fazer um comentário inútil, só vim dizer que fiz isso! Corrigi os eps que estavam dessa forma.

Se eu não comentasse, ninguém notei...

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